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Ano XVIII - Bagé/RS
quinta-feira , 19 de outubro de 2017
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| Papo de elevador
por: Gladimir Aguzzi
 
[00h:20min] 03/10/2013 - Opinião
Papo de elevador
Sempre às segundas e quintas-feiras.
 

Mais “Tempo e o Vento”
O filme O Tempo e o Vento continuará no Cine 7 por mais uma semana. Quando há lotação, como tem ocorrido, o cinema sempre tem a possibilidade de prorrogar o prazo de permanência. Sábado e domingo serão três sessões por dia.

Detonados
Aliás, sobre o filme de Monjardim, a crítica do centro do país detonou. História, roteiro, edição e alguns atores, que não tiveram a chance de mostrar seus personagens, foram os alvos preferidos.

Ousados
Porém, há que se destacar a ousadia de Jayme Monjardim e da produtora Rita Buzar. Eles toparam o desafio de mostrar que o cinema brasileiro pode ser maior.
Embora pareça que não conseguiram tornar a obra universal.

Melhor do mundo
Vale registrar que Monjardim foi além ao convidar um dos maiores fotógrafos do mundo para a aventura, Affonso Beato, que vem lá de traz, dos tempos de Glauber Rocha (O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro), depois de Almodóvar e por último de Stephen Frears.

Se fosse fácil
Durante o período em que projetou o filme, Monjardim sabia das dificuldades, estava consciente da audácia e da longa história, que deveria ter cara de cinema e não de livro. Nos sets de filmagens era comum ouvir o diretor dizer: Se fosse fácil, qualquer um fazia.
Era quase um mantra.

Pantanal
Segundo as críticas de sites e blogs especializados, como UOL, Folha, Adorocinema e O Globo, o filme não tem outra cara se não a da televisão. Parece até que Monjardim estava com saudades da novela Pantanal. Lembram da Juma e do velho do rio? Pois, é.
A Globo, uma das produtoras, já usa sua força para salvar o filme.

MINUANO
Hoje, às 19h30min, o Jornal MINUANO apresenta para convidados a nova página na internet, a Casa Minuano e os pontos principais da pesquisa de mercado do Instituto Methodus. Trata-se do Café de Novidades, um salto do jornal rumo ao melhor relacionamento com o cliente e maior aproximação com a comunidade. Missão do MINUANO rumo aos 20 anos.

Santa Fé em tela
O atelier Vone Garcia estará na Casa de Cultura a partir de amanhã, 18h30min, com a exposição “Um olhar artístico sobre a cidade cenográfica – Santa Fé Sem Fronteiras”.
As obras estarão à mostra até o dia 17 de outubro.

O concurso e a lei
Com a demissão dos profissionais da saúde, contratados por convênio Prefeitura-Urcamp, resta o concurso público para suprir a carência de servidores. Mas, se a folha de pagamento está no máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (54% da Receita Corrente Líquida), a entrada dos novos funcionários extrapola a lei.

Ultrapassando limites
Com o convênio, a Prefeitura paga a Urcamp pelo serviço prestado. A Urcamp paga os profissionais da saúde. Portanto, o dinheiro não contabiliza como pagamento de pessoal, mas como serviço de saúde, via convênio.
Mudando essa lógica, passa-se o pagamento direto para o servidor, o que contabiliza na Lei de Responsabilidade, extrapolando os 54%.
Ou nada é verdade nessa história toda e o prefeito está tranquilo porque a máquina tem espaço de sobra para todos.

Fecha PDT
Na entrevista da deputada Juliana Brizola, publicada na edição do dia 1º, terça-feira, no Fogo Cruzado, chega-se a triste constatação que o PDT perdeu seu fio da história; não tem mais bandeira de luta. Juliana sente as feridas abertas pelo balcão de negócios em que se tornou o partido fundado por seu avô. “Melhor fechar”, defende.

Causos da Política –
Os fracassos de um idealista
Darcy Ribeiro era antropólogo e político, além de tantas outras coisas, como brasileiro na alma. Foi ministro de Jango, vice-governador de Brizola no Rio e Senador da República. Darcy morreu em 1997. Ele deixou escrito, enquanto lambia as feridas de suas derrotas, algo que cabem perfeitamente no momento em que vive Juliana Brizola, que é do mesmo partido de Darcy, o PDT:
“Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças brasileiras e não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu.”

Light
Atendendo aos anseios do doutor George Teixeira Giorgis, colunista do MINUANO, eis um Papo de Elevador “light” como sopinha de hospital.
 
 

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